Tier LM · Livro de Mórmon

As Kinderhook
Plates

Em abril de 1843, três homens não-mórmons de Kinderhook, Illinois, forjaram seis placas de cobre em forma de sino, com símbolos estranhos gravados, e as "descobriram" em um monte próximo. O plano era expor Joseph Smith como fraude. Ele entrou na armadilha: começou a traduzir, declarando que as placas contavam a história de um "descendente do Egito" através de "Cão". Em 1879 um dos forjadores confessou publicamente. Em 1981, a Chicago Historical Society e a Universidade Northwestern, usando difração eletrônica, confirmaram: placas falsificadas do século XIX — e a própria Igreja reconheceu em artigo oficial na revista Ensign.

Abr 1843 · confissão 1879 · Ensign agosto 1981
Índice

O que você vai encontrar aqui

Seção 01 — Abril de 1843

A armadilha de três homens

Kinderhook é uma pequena cidade no condado de Pike, Illinois — cerca de 90 km ao sudoeste de Nauvoo, onde Joseph Smith liderava a Igreja. Em abril de 1843, três residentes locais — Wilbur Fugate, Bridge Whitton e Robert Wiley — conceberam uma pegadinha.

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Os três forjadores

Wilbur Fugate era ferreiro local. Robert Wiley era dono de uma taverna. Bridge Whitton era outro comerciante. Todos conheciam histórias sobre montes indígenas (mound builders) em Illinois — obsessão arqueológica americana da década de 1840.

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As placas forjadas

Seis placas de cobre em formato de sino, cada uma com cerca de 4,5 polegadas (~11 cm) de altura. Whitton gravou caracteres estranhos — imitando escrita egípcia e outros símbolos inventados. Submeteram as placas a tratamento com ácido para envelhecê-las.

⚰️
A "descoberta" encenada

Em 16 de abril de 1843, Wiley e alguns colaboradores (alguns deles mórmons não sabendo da pegadinha) escavaram um monte próximo. Plantavam "descobrir" as placas junto com ossos humanos. O "testemunho" fez notícia na imprensa de Illinois.

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O alvo — Joseph Smith

O objetivo declarado dos forjadores: levar as placas a Joseph Smith e vê-lo "traduzir" uma falsificação deliberada. Se ele traduzisse, o embuste exposto arruinaria sua credibilidade como profeta.

As placas foram levadas a Nauvoo no final de abril de 1843. Joseph Smith examinou-as. O primeiro relato do que aconteceu em seguida é o do seu escrivão, William Clayton.

Seção 02 — A tradução

Joseph Smith
traduziu

O diário de William Clayton — primeiro escrivão de Joseph Smith — contém o registro contemporâneo mais importante. A entrada do dia 1º de maio de 1843 é a evidência central:

William Clayton · Diário · 1 mai 1843 · Joseph Smith Papers / Church History Library

O presidente J. [Joseph Smith] disse-me que traduziu uma porção delas, e descobriu que continham a história do descendente de Cão, por meio do lombo de Faraó rei do Egito, e que ele recebeu seu reino daquele que é soberano dos céus e da terra.

Esta é a fonte primária definitiva. William Clayton, confiável escrivão e futuro esposo de esposa plural de Joseph, registrou em seu diário privado — não como propaganda pública, mas como anotação de trabalho diário — que Joseph declarou ter traduzido parte das placas e identificado o conteúdo.

A afirmação é coerente com teologia mórmon da época: "Cão" era, na leitura tradicional de Gênesis 9-10, o ancestral dos povos egípcios e africanos — e a descendência de "Cão via Faraó" era usada por Joseph Smith e sucessores para justificar a exclusão dos negros do sacerdócio (ver página Racismo no sacerdócio).

A tradução também aparece em History of the Church, vol. 5, p. 372 — publicação oficial da Igreja:

History of the Church · vol. 5, p. 372 · publicação oficial da Igreja

Eu inseri a tradução de algumas [placas de Kinderhook] — [...] eu as examinei, e descobri que continham a história do descendente de Cão através do lombo de Faraó, rei do Egito, e que ele recebeu seu reino daquele que é soberano dos céus e da terra.

Estas não são fontes hostis ou rumores. São o diário do escrivão pessoal de Joseph Smith e a história oficial da Igreja. A tradução aconteceu. O que aconteceu depois é a pergunta importante.

Seção 03 — 1879

Fugate confessa

Em 30 de junho de 1879 — 36 anos depois da pegadinha e 35 anos depois da morte de Joseph Smith — Wilbur Fugate escreveu uma carta a James T. Cobb confessando que as placas haviam sido fraude deliberada.

Carta de Wilbur Fugate a James T. Cobb · 30 jun 1879 · Mormon Collection, Chicago History Museum

Sr. Cobb: [...] Sua carta de maio chegou-me há alguns dias. [...] Em resposta, as placas de Kinderhook foram uma fraude. A ideia foi minha, de Robert Wiley e de Bridge Whitton. Nós as fizemos de algumas pequenas peças de cobre. [...] Whitton (ferreiro) gravou os caracteres com um martelo e pá. [...] Eu escrevi alguns dos caracteres da própria imaginação. [...] O que Joseph [Smith] fez com as placas depois disso, não sei.

Fugate descreveu em detalhes a fabricação, o tratamento com ácido para envelhecer artificialmente o cobre, e a plantação no monte. A carta foi posteriormente publicada em jornais da época e preservada.

A confissão de Fugate, sozinha, não bastaria — testemunhos de terceiros sobre fatos de décadas atrás são sempre sujeitos a ceticismo. Mas foi confirmada por evidência científica em 1980.

Seção 04 — 1980

O teste científico

Cinco das seis placas originais foram perdidas ao longo do século XIX. Uma placa — a placa chamada "Chicago Plate" — foi preservada pela Chicago Historical Society (hoje Chicago History Museum).

Em 1980, o Dr. D. Lynn Johnson da Universidade Northwestern (professor de metalurgia) e a equipe da Chicago Historical Society conduziram testes não-destrutivos:

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Fluorescência de raios-X

Análise da composição elementar do cobre e de quaisquer impurezas. Procura por padrões consistentes com metalurgia antiga versus industrial.

Espectroscopia de varredura eletrônica

Estudo da estrutura superficial e dos traços de ferramentas. Diferencia ferramentas antigas de abrasivos do século XIX.

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Análise de ácido

Padrões de corrosão consistentes com ácido nítrico (usado para envelhecer artificialmente em 1843) versus corrosão por sepultamento prolongado.

Os resultados foram publicados no relatório "The Kinderhook Plates" (Stanley B. Kimball, Ensign, 1981), com detalhes técnicos em BYU Studies:

Stanley B. Kimball · "Kinderhook Plates Brought to Joseph Smith Appear to Be a Nineteenth-Century Hoax" · Ensign, agosto 1981

Testes científicos realizados no Welding Engineering Laboratories da Northwestern University e por especialistas da Chicago Historical Society demonstraram conclusivamente que a placa de Kinderhook é obra do século XIX. [...] Os padrões de gravação, a composição do cobre e os sinais de envelhecimento artificial com ácido são consistentes com o relato de Wilbur Fugate de 1879.

1981
Ano em que a Igreja SUD, na revista oficial Ensign, confirmou que as placas de Kinderhook são falsificação do século XIX
Seção 05 — Ensign 1981

A Igreja reconhece

Em agosto de 1981, a Igreja publicou na revista oficial Ensign um artigo de Stanley B. Kimball — professor de história da BYU — reconhecendo publicamente que as placas eram fraude.

O artigo, intitulado "Kinderhook Plates Brought to Joseph Smith Appear to Be a Nineteenth-Century Hoax", é extraordinário em duas dimensões: (1) admite a falsificação em revista oficial da Igreja, distribuída a todos os membros; (2) aborda a questão da tradução que Joseph havia realizado.

Stanley B. Kimball · Ensign · agosto 1981

[Temos] evidência de que as "placas" de Kinderhook são uma fraude do século XIX. Esse é o consenso dos pesquisadores. [...] No entanto, é claro que o Profeta começou uma tradução de um pequeno número de caracteres. [...] A história original, conforme registrada por William Clayton em seu diário, é direta — Joseph Smith identificou os caracteres e produziu uma tradução parcial. [...] Como conciliar essa tradução com a falsidade reconhecida das placas permanece uma questão aberta.

A tentativa apologética de Kimball foi sugerir que Joseph havia identificado os caracteres comparando-os com caracteres egípcios (usando o "Egyptian Alphabet and Grammar" que Joseph havia começado) — e não por revelação divina direta. A tradução teria sido um exercício linguístico, não um dom profético, portanto a falsidade das placas não comprometeria a autoridade profética.

Análise crítica

A tentativa de distinguir "tradução linguística" de "tradução por revelação" tem dois problemas.

Primeiro: Joseph Smith não falava egípcio antigo. Sua competência em línguas orientais — do "Egyptian Alphabet and Grammar" que preparou com base no Livro de Abraão — era inexistente pelos padrões egiptológicos modernos (ver página Livro de Abraão, onde egiptólogos confirmam que seus papiros são Livro dos Mortos comum, não egípcio especial). Se Joseph não podia fazer tradução linguística genuína do Livro de Abraão, não podia fazê-la das placas de Kinderhook.

Segundo: tanto o diário de Clayton quanto a History of the Church publicada referem-se simplesmente a "traduzir" — sem distinção entre método. Na época, Joseph Smith não havia proposto a distinção entre "tradução linguística" e "tradução por revelação". Esta distinção é uma construção apologética posterior.

Don Bradley e Mark Ashurst-McGee — historiadores SUD que trabalharam no Joseph Smith Papers Project — publicaram a análise mais recente do caso em BYU Studies Quarterly (2016), concluindo que "a tentativa de tradução parcial provavelmente derivou de Joseph comparando caracteres das placas com o Grammar and Alphabet — mas o caráter dessa tentativa permanece problemático".

Seção 06 — A implicação teológica

O que este caso testa

As Kinderhook Plates são, por si só, um episódio histórico menor. Seu significado é o que elas testam sobre o processo de tradução divina.

A reivindicação doutrinária padrão da Igreja SUD é que Joseph Smith traduziu o Livro de Mórmon e o Livro de Abraão por dom e poder de Deus — não por conhecimento linguístico. O processo é descrito como:

Livro de Mórmon
Joseph olhou para a pedra vidente em um chapéu, viu palavras em inglês aparecerem, ditou para Oliver Cowdery. A tradução foi "por dom e poder de Deus" — não por sua competência hebraica ou egípcia.
Livro de Abraão
Joseph examinou papiros egípcios adquiridos em 1835 e "traduziu" por revelação — produzindo texto que (segundo egiptólogos) não tem qualquer relação com o conteúdo real dos papiros.
Kinderhook Plates
Joseph examinou placas forjadas deliberadamente e começou a traduzir — produzindo uma narrativa sobre "descendente de Cão via Faraó" que (sabemos agora) não podia ter sido derivada de informação genuína das placas, por não existir informação genuína.

O problema para a apologética é o padrão: se a "tradução" das Kinderhook Plates foi um produto da imaginação de Joseph Smith projetada sobre um objeto sem conteúdo genuíno — e a Igreja admite que as placas não tinham conteúdo genuíno — então pela mesma lógica, "traduções" de outros objetos sem conteúdo genuíno (papiros egípcios que não falam de Abraão, por exemplo) levantam a mesma suspeita de projeção imaginativa.

Se o mesmo processo produziu: (a) tradução "por revelação" genuína (Livro de Mórmon, na posição SUD), (b) tradução falsa sobre objeto falso (Kinderhook), e (c) tradução desconectada do conteúdo real do objeto (Livro de Abraão) — como o fiel distingue as três?

Esta é a força do caso Kinderhook: não é que ele prove sozinho que Joseph Smith era fraudulento. É que ele fornece um caso-teste documentado em que a mesma capacidade "de tradução por revelação" produziu resultado que todos — incluindo a própria Igreja — reconhecem como não-inspirado. A questão interpretativa subsequente é o que esse caso nos diz sobre os outros.

Veredicto

O caso das Kinderhook Plates está entre os mais documentados e menos disputados da história mórmon. Três homens de Illinois forjaram placas deliberadamente em 1843 como pegadinha contra Joseph Smith. Joseph traduziu "uma porção" — registrado no diário de seu próprio escrivão e na History of the Church oficial. Um dos forjadores confessou em 1879. Testes científicos em 1980, da Northwestern University e da Chicago Historical Society, confirmaram a falsificação. A Igreja reconheceu em Ensign oficial em 1981.

O caso não é devastador para o mormonismo — é uma única tradução incompleta sobre objeto fraudulento, em meio a uma carreira de 24 anos. Mas é revelador: mostra que o processo de "tradução por revelação" que Joseph Smith usou em contextos oficiais (Livro de Mórmon, Livro de Abraão) pode produzir, quando aplicado a objetos sem conteúdo genuíno, narrativas igualmente convincentes e igualmente inexistentes.

A tentativa apologética de distinguir "tradução linguística" (Kinderhook) de "tradução por revelação" (Livro de Mórmon) é construção retrospectiva — não está presente nos documentos de 1843. A questão honesta que o caso levanta é: em que critério externo um fiel poderia distinguir uma tradução genuína do dom divino de uma projeção imaginativa sobre objeto vazio, se ambas são produzidas pelo mesmo processo?

✦ CLAYTON DIARY · FUGATE CONFESSION · ENSIGN 1981 · BRADLEY/ASHURST-MCGEE 2016 ✦
Seção 07 — Verificação

Fontes originais & comprovação

O caso Kinderhook Plates tem documentação excepcional: diário primário de 1843 (William Clayton), publicação oficial da Igreja (History of the Church), confissão escrita de 1879 (Wilbur Fugate), teste científico de 1980 (Northwestern University / Chicago Historical Society), reconhecimento oficial na revista Ensign em 1981 e análise acadêmica recente no Joseph Smith Papers Project (2016).

01 — Fontes primárias de 1843
01
Diário de William Clayton · entrada de 1 mai 1843
William Clayton Journals · Church History Library · Salt Lake City · Joseph Smith Papers
Diário primário do escrivão pessoal de Joseph Smith. A entrada de 1 de maio de 1843 registra que Joseph traduziu uma porção das placas e identificou o conteúdo como "história do descendente de Cão". Documento contemporâneo essencial, preservado no arquivo oficial da Igreja.
Diário primário de 1843 Escrivão pessoal de Joseph Registro da tradução
josephsmithpapers.org — William Clayton Papers Church History Library
02
History of the Church — vol. 5, p. 372 (entrada de 1 mai 1843)
Editado por B.H. Roberts · Deseret News · 1909 · publicação oficial
Publicação oficial da Igreja que registra, em linguagem na primeira pessoa de Joseph Smith, a "tradução" das placas de Kinderhook. O texto é baseado no diário Clayton mas publicado com autoridade institucional. Por décadas, este foi o texto canônico para o episódio.
Publicação oficial da Igreja Texto do episódio canônico Publicada em 1909
archive.org — History of the Church vol. 5 Deseret News · publicação oficial
02 — Confissão da fraude
03
Carta de Wilbur Fugate a James T. Cobb · 30 jun 1879
Chicago History Museum · Mormon Collection · originalmente publicada em 1912 em obras históricas
Confissão escrita de um dos três forjadores, detalhando o processo de fabricação, gravação e plantação das placas. Descreve Whitton como ferreiro que gravou os caracteres e o tratamento com ácido para envelhecimento artificial. Documento preservado no Chicago History Museum e citado em toda a literatura histórica.
Confissão do forjador Detalhes do processo Chicago History Museum
archive.org — carta Fugate citada em documentos históricos Documento histórico primário
03 — Análise científica
04
Stanley B. Kimball — "Kinderhook Plates Brought to Joseph Smith Appear to Be a Nineteenth-Century Hoax"
Ensign (revista oficial da Igreja) · agosto 1981 · publicado por decisão da Primeira Presidência
Artigo oficial em revista da Igreja reconhecendo publicamente que as placas são fraude do século XIX. Kimball era professor de história na Southern Illinois University. O artigo detalha os testes na Northwestern University e na Chicago Historical Society e admite que a "tradução parcial" de Joseph é historicamente documentada. Marco da honestidade institucional sobre o caso.
Reconhecimento oficial Ensign Testes científicos documentados Publicação oficial da Igreja
churchofjesuschrist.org — Ensign August 1981 Autodocumentação institucional
05
Relatório Northwestern University / Chicago Historical Society (1980)
Dr. D. Lynn Johnson · Northwestern University · testes não-destrutivos em placa original
Relatório técnico dos testes científicos na única placa sobrevivente (Chicago Plate), preservada pela Chicago Historical Society. Utilizou espectroscopia de raios-X, análise eletroquímica e comparação de padrões de corrosão. Confirmou origem do cobre e tratamento com ácido consistentes com forjadura de 1843.
Teste não-destrutivo Northwestern University Confirmou forjadura
byustudies.byu.edu — The Kinderhook Plates (análise científica) Northwestern University · análise acadêmica
04 — Análise acadêmica recente
06
Don Bradley & Mark Ashurst-McGee — "'President Joseph Has Translated a Portion': Joseph Smith and the Mistranslation of the Kinderhook Plates"
BYU Studies Quarterly · 2016 · vol. 55, nº 4 · historiadores do Joseph Smith Papers Project
Análise acadêmica mais completa do episódio, publicada na revista oficial da BYU. Ambos autores trabalharam no Joseph Smith Papers Project com acesso completo aos arquivos. Conclusão apologética: a tentativa de tradução parcial provavelmente derivou de comparação linguística com o "Egyptian Alphabet and Grammar" — mas reconhece honestamente os desafios teológicos do caso.
BYU Studies Quarterly Joseph Smith Papers Project Análise acadêmica recente
byustudies.byu.edu — Bradley & Ashurst-McGee (2016) Revista oficial acadêmica da BYU
05 — Artefato preservado
07
Chicago History Museum — "Kinderhook Plate" (única placa sobrevivente)
Chicago History Museum · Collection Object 1920.1523 · em exposição parcial
Uma das seis placas originais é preservada pelo Chicago History Museum, adquirida em 1920. É o artefato físico testado em 1980 e analisado em subsequentes estudos. Acesso público limitado para preservação.
Artefato físico preservado Museu público Objeto de teste científico
chicagohistory.org — Kinderhook Plate (artefato) Museu histórico público
08
Joseph Smith Papers Project — seção Kinderhook Plates
Church Historian's Press · josephsmithpapers.org · compilação oficial
Portal oficial com transcrições dos documentos primários sobre o episódio (diário Clayton, History of the Church, Egyptian Alphabet and Grammar). Base acessível para qualquer verificação independente.
Fontes primárias digitalizadas Church Historian's Press Acesso público
josephsmithpapers.org — History 1838-1856, vol. D-1 (entrada de mai 1843) Church Historian's Press
Fonte primária verificada academicamente
Fonte oficial da própria Igreja
Link verificado em abril de 2026

Triangulação excepcional: diário primário de 1843 (Clayton) + History of the Church oficial (1909) + confissão escrita de forjador (Fugate, 1879) + teste científico (Northwestern, 1980) + reconhecimento Ensign (1981) + análise recente de historiadores oficiais (Bradley & Ashurst-McGee, BYU Studies 2016). O episódio é aceito como factual por todos — mórmons apologistas, mórmons acadêmicos e críticos. O que se debate é apenas sua interpretação teológica.